Quão lastimável é a praia no inverno. Nunca perde sua beleza, mas sempre sugere um tanto de solidão.
Os fortes ventos de beira mar trazem consigo saudades que há tanto escondemos no mais profundo de nosso interior. É como olhar fotografias: ver momentos marcantes, datas especiais, quão pequenos éramos, e depois encher os olhos de lágrimas por saber que são tempos que não voltarão mais. Chega até ser maldade querer registrar momentos e deixá-los eternamente congelados num retrato, para futuramente sorrir um riso de saudade ao apreciá-lo.
Que dó olhar a vasta faixa de areia e encontrá-la vazia. É algo tão triste e, simultaneamente, tão belo. Recordar o calor dos raios solares, da multidão, da música, dos risos, da variedade de guarda-sóis multicoloridos... E agora, porém, apenas sentir a forte maresia que a invade.
Se me fosse possível, registraria a aparência de minh’alma no exato momento de recordar. Não em fotografias, mas em retratos que não congelassem e que exalassem toda aquela boa energia ao serem vistos. Para que, assim, pudesse perceber que apesar do passar dos anos ainda existem coisas muito belas para serem vistas e outras, mais belas ainda, para serem sentidas.
Os fortes ventos de beira mar trazem consigo saudades que há tanto escondemos no mais profundo de nosso interior. É como olhar fotografias: ver momentos marcantes, datas especiais, quão pequenos éramos, e depois encher os olhos de lágrimas por saber que são tempos que não voltarão mais. Chega até ser maldade querer registrar momentos e deixá-los eternamente congelados num retrato, para futuramente sorrir um riso de saudade ao apreciá-lo.
Que dó olhar a vasta faixa de areia e encontrá-la vazia. É algo tão triste e, simultaneamente, tão belo. Recordar o calor dos raios solares, da multidão, da música, dos risos, da variedade de guarda-sóis multicoloridos... E agora, porém, apenas sentir a forte maresia que a invade.
Se me fosse possível, registraria a aparência de minh’alma no exato momento de recordar. Não em fotografias, mas em retratos que não congelassem e que exalassem toda aquela boa energia ao serem vistos. Para que, assim, pudesse perceber que apesar do passar dos anos ainda existem coisas muito belas para serem vistas e outras, mais belas ainda, para serem sentidas.