Doce chuva que os ventos trazem de longe e fazem os pingos chegarem a minha janela, venha de mansinho e carregue consigo toda a pureza da vida. Distribua conforto e apazigúe todas as minhas dores; afogue minha tristeza em suas gotas de compaixão; regue em mim o amor e vá lavando meu pobre coração, para que ele se encha da sua compreensão e dissolva a pedra que o sufoca.
Chuva amiga se apresse! O dia já vai findar. Pela janela posso ver o crepúsculo e um fraco raio de sol, exausto, ainda lutando contra ti. Pobrezinho, já não tem mais força; pobre de mim, que não suporto mais a espera.
Vá, vá! Já podes ir chuva querida. Sua tarefa está cumprida. Ande logo, deixe a lua brilhar. Deixe-a trazer a quem tanto quero cuja mágoa lavasse de meu coração. E se puder, avise as estrelas para o guiarem e o trazerem depressa. Pois, agora, quem me consome é a ansiedade até o momento em que poderei tocá-lo novamente.
Chuva amiga se apresse! O dia já vai findar. Pela janela posso ver o crepúsculo e um fraco raio de sol, exausto, ainda lutando contra ti. Pobrezinho, já não tem mais força; pobre de mim, que não suporto mais a espera.
Vá, vá! Já podes ir chuva querida. Sua tarefa está cumprida. Ande logo, deixe a lua brilhar. Deixe-a trazer a quem tanto quero cuja mágoa lavasse de meu coração. E se puder, avise as estrelas para o guiarem e o trazerem depressa. Pois, agora, quem me consome é a ansiedade até o momento em que poderei tocá-lo novamente.